quarta-feira, 7 de maio de 2008

Outro ponto de vista

Lilian Philippi, 20 anos, acadêmica do curso de Jornalismo da Universidade do Vale de Itajaí (Univali) é uma pessoa diferente, apesar de ter as ambições comuns entre os universitários. Concluiu o ensino médio no Colégio Salesiano de Itajaí, onde começou a amadurecer a idéia de ser jornalista.

O seu maior temor é a Deus, uma coisa que aprendeu na sua vivência dentro do colégio de padres onde foi eduacada. Ela deixa claro que o temor não significa medo e simrespeito a ele. E revela que a sua maior qualidade é a fé. Fé essa, que não a ajudou na maior frustração de sua vida, que é não saber cantar. Convenhamos que nem toda a fé fo mundom a ajudaria, porque pra contar é preciso ter dom.

Mesmo após ingressar na faculdade, ela ainda não conseguiu corrigir seu mairo defeito, a falta de pontualidade, e chega a encarar isso como uma das suas caracterásticas. "Eu nunca consigo chegar na hora em lugar nenhum, ou chego muito antes, ou muito tempo depois". Mas rechaça que algumas coisas mudaram ao entrar no mundo universitário. "Agora eu sou um pouco mais tolerante"

A jovem alterna suas horas vagas em ler blogs e livros, o último livro que leu foi O Amor no Tempo do Cólera de Gabriel García Marquez. Só que nada a deixa mais feliz do que comprar roupas novas, e isso dá pra ver no sorriso dela quando fala sobre o assunto, demonstrando muita alegria. É por essa alegria de viver que pretende ser lembrada.

Na entrevista, Lilian viaja uns tempos no futuro e conta que "daqui a dez anos, me imagino trabalhando como assessora para a minha família, bem estruturas e escrevendo meu segundo livro, depois do sucesso do meu primeiro best seller. Voltando à realidade, amanhã ela terá de acordar cedo pra ir trabalhar com containeres e números em seu emprego.

Texto escrito por Victor Bini de Bona

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Eu amo!

Eu adoro bolo de fubá, dormir de meias, ir pra praia, hidrantes amarelos, recados no orkut, comprar roupas novas e o cheiro da minha mãe. Adoro escrever coisas sem sentido, sair de casa, beber com os amigos e não ter aula na sexta-feira. Eu sou completamente apaixonada por grampeadores modernos, livros legais, sapatos e música.

Mas acima de tudo isso o que eu amo mesmo é fofoca. Adoro saber de uma boa fofoca, não me importo de ser a última a ficar sabendo e raramente eu passo a diante, mas eu adoro que me contem uma fofoca e que eu possa dar um pitaco na situação, julgar quem tá certo ou errado. Coisa feia, eu sei. Não digo que isso é certo, mas posso afirmar que é bom demais.

Eu me defendo dizendo que isso faz parte da minha natureza. Qual mulher não gosta de fofoca? Ou melhor, qual é o ser humano que não gosta de fofoca? Os homens negam, dizem que é coisa de mulherzinha, mas eu sei que eles fofocam também, falam mal um do outro e blábláblá.

Eu até nem me importo em ser motivo de fofoca. Quando somos personagens de uma fofoca as pessoas passam a nos acompanhar, ver qual reação tomamos em decisões importantes como comer cachorro-quente com ou sem ervilhas. Eu adoro isso.

Para fofocar é preciso ser discreto. Eu e minha prima desenvolvemos um método muito bom, o abraço, cada vez que queremos falar algo de alguém sem ninguém pra escutar nós nos abraçamos e soltamos a língua. É tiro e queda, podemos fofocar em qualquer lugar.

O único problema nesse plano é a fofoca que fizeram sobre a gente, porque vivíamos muito abraçadas (eram muitas as fofocas) estavam falando que éramos namoradinhas. O que não faz sentido algum, mas fofoca é assim mesmo, sem sentido algum, por isso que é bom!




sexta-feira, 11 de abril de 2008

Bini de Bona, o futuro do Jornalismo Esportivo

Victor Bini de Bona, de 26 anos, é natural de Foz de Iguaçu, mas vive há 16 anos em Balneário Camboriú, é estagiário na Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Balneário Camboriú, se considera uma pessoa sem frustrações e agradece a Deus por tudo aquilo que acontece em sua vida.

Reconhecendo o seu orgulho como o maior defeito que possui, Victor considera uma frase de Marcelo D2 o lema de sua vida: “Com dinheiro é muito fácil, todo mundo é feliz. Quero ver é tirar onda sem dinheiro, como eu fiz e ainda faço”. Mas explica que gosta apenas da música, e que Marcelo D2 não representa para ele um grande exemplo a seguir. “Ele falava mal da mídia e agora está lá se exibindo” critica com tom de decepção.

Victor não se arrepende de nada do que fez e diz que se considera muito novo para ter tido atitudes que merecessem algum pesar. “Para se arrepender é preciso ter feito algo muito grave, os meus erros, para mim, foram todos um aprendizado.

Com um sorriso no rosto, Victor é enfático quando diz que tem medo de morrer sem realizar TODOS os seus objetivos. “Quero me formar, casar, ter três filhos, conhecer o mundo e ter sucesso no jornalismo esportivo” conclui com o olhar de quem pode ver através do tempo e enxergar o futuro.

Ser acusado de algo que não fez e o mau humor alheio são as coisas que ele menos suporta. Sente saudades da sua infância e do pai, que morreu quando ele tinha apenas 15 anos. “O meu pai foi uma pessoa que marcou muito a minha vida” explica. Fanático por futebol, ele divide seu tempo livre entre a namorada e um joguinho com os amigos.


Mais responsável e com metas definidas, Victor considera a faculdade um divisor de águas em sua vida. “Daqui a dez anos eu me vejo em São Paulo, cobrindo a final do brasileiro, claro, bem sucedido e com pelo menos um filho” prevê o brilhantismo da nova geração do jornalismo esportivo.



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